Por onde começar o UX design

Para ter uma visão e estratégia, um profissional de experiência do usuário deve ser incluído no início do projeto, para ajudar a responder a cada uma dessas questões:

O problema que estamos tentando resolver?

Não confunda esse “o quê” com “O que estamos construindo?” Antes que possamos realmente começar a construir, é preciso identificar o problema que este produto está tentando resolver? Se você não puder responder a esta questão, tome seu tempo para entender o problema da forma mais clara. Uma vez que você é capaz de fazer isso, você tem uma lente através da qual você pode responder as questões pendentes.

Quem é o cliente?

Sem uma compreensão clara do seu público-alvo que você corre o risco de construir algo que não atinja ou ajuste as expectativas de seus clientes, utilize casos ou modelo mental do que é que veio a você para. Pesquisas de usuário, pode ajudar a responder esta pergunta.

Quando devemos começar a receber feedback do usuário?

Se você apresentá-lo cedo demais, corre o risco de deixar o usuário impulsionar o desenvolvimento do produto baseado em suas expectativas. Se você introduzir tarde demais, pode perder um valioso feedback que poderia ajudar no desenvolvimento. Entender quem são seus clientes e saber onde você pode melhorar as soluções existentes ajudará você a saber quando solicitar feedback no ciclo de desenvolvimento do produto.

Como os dados podem ajudar você a entender o que você está construindo?

Existem inúmeros analytics que pode ser usado para validar hipóteses, confirmar as decisões de projeto e esclarecer o seu produto / ajuste no mercado. Técnicas, tais como: mineração de dados, rastreamento ocular, o teste A / B, o usuário de fluxos, aferição de usabilidade.

Distância entre quem faz e quem usa

Quanto maior a  distância entre o UX design  e o usuário final a dificuldade de projetar algo que realmente funcione pode não atingir as expectativas de proporcionar meios para uma boa experiência do usuário.

Em outras palavras, quanto mais o designer e o usuário estão pertos, falam a mesma lingua e tem as mesmas necessidades, mais fácil fica o UX design. Quando designers têm a visão do real uso dos elementos aplicados na tela, posicionamento, espaçamento e etc.  E, se durante  o desenvolvimento surgirem problemas eles podem ser resolvidos com grande facilidade.

Agora pense em todos os níveis do projeto.  Administração, metodologias, processos  e QA! Quando o escolpo do projeto não foi bem planejado, provalmente implicará negativamente em todos os níveis citados. Isso torna a distância entre o desenvolvimento de modo geral e o usuário final grande.

Quando percebemos o quanto isso pode impactar no prazo final, temos a chance de tornarmos o projeto mais próximos do usuário final e por fim projetar o que ele realmente necessita.

Onde entra a taxonomia/folksonomia em um projeto

Em principio a resposta é simples, todos! Principalmente em projetos cujo o usuário lida com um grande volume de informações, como por exemplo um blog!

Neste blog, o estudo de taxonomia enquadra-se nas categorias, tags, nome dos artigos… Enfim, faz parte do bolg como um todo. Esta ciência ocupa o seguinte espaço, sempre que se necessita classificar algo para facilitar à vida do usuário a taxonomia entra em ação.

Dependendo do projeto é necessária a contribuição de todos os participantes a fim de fazer uma bateria de testes unicamente com o intuito de pensar em nomenclaturas ou achar erros.
A vantagem de aplicar conceitos de taxonomia em um projeto é uma melhor navegação, correção de conceitos mal entendidos e para uma melhor organização, ou seja, taxonomia passa a ser um potente mecanismo de organização de informação e classificação de grupos hierárquicos.

Não importa, seja original

A qualidade da informação visual  hoje é extremamente rica, isto é incontestável, desde o nível mais simples. Idéias podem ser expressadas e compreendidas com o uso de cores e símbolos, como na sinalização de trânsito nas estradas ou os ícones do seu desktop.

Também é possível desenvolver idéias complexas de modo mais eficaz, já que temos inúmeros bons programas de edição gráfica, ilustrações editoriais e a publicidade usam muito disto.

Em um mundo altamente competitivo como o que vivemos é hoje é comum ver por aí “copias” de grandes idéias passadas. Claro que tudo isso dentro de um bom contexto faz sentido, mais não da pra fugir da repetição.

Cada vez mais e mais trabalhos clichês aparecem na mídia virtual ou em qualquer outra mídia. Neste mundo clichê, seja original, evite recriar o que já existe!

Quanto mais a criatividade é exercitada melhor ela ficara. Isto é fato. O uso de softwares gráficos traz flexibilidade e rapidez, entretanto, pode deixar os designers preguiçosos. Fuja disto, seja original sempre e terá o seu espaço na galeria da fama.

O espaço do conhecimento cibernético

De acordo com Lévy, a informação pode ser divida em três grupos principais: somáticas, midiáticas e digitais.

As técnicas somáticas implicam na presença efetiva, o engajamento, a energia e a capacidade de produção de signos. Por exemplo, a dança, musica, palestras e todas outras formas de expressão cujo transmitem uma mensagem por trás, que, de certa forma agregam valores.

As tecnologias midiaticas (molares) fixam e reproduzem mensagens a fim de uma maior propagação, no tempo e no espaço. Essas mensagens continuam a ser emitidas mesmo quando não existe mais alguém que possa falar, isso significa que, um presente para uma pessoa querida pode transmitir valores e sentimentos enquanto o presente existir.

O digital fala de computação, informação direta, ou seja, repleto de signos com fortes significados e por meio deles podemos transmitir mensagens tanto midiaticas quanto somáticas.

O conhecimento digital compara-se a técnica de escrita, que grande parte da população tem conhecimento, com a possibilidade de pessoas que em primeiro momento jamais poderiam se conhecer por residirem geograficamente longe umas das outras passa a ser superado.

Por que com o hipertexto o alcance da informação digital pode ser ampliado de forma considerável, basta que exista um computador ligado a internet.

Na internet não existe fronteiras ou espaços físicos que delimitam lugares, ainda é algo que está em constante evolução e se compararmos, o tempo que demorou para a evolução da escrita atingir os níveis de hoje com a capacidade do ser humano de entender e usar a internet, demos um grande salto por que, a internet ocupa o espaço que é capaz de ligar um grande números de pessoas ao mesmo tempo, para transmitir algo

Diferente de uma biblioteca, por exemplo, nela existe um numero de exemplares, ou seja, se temos cinco livros sobre matemática, somente cinco pessoas por vez podem ter o conhecimento desejado.

Entretanto, no espaço do conhecimento virtual um numero infinito de pessoas podem ter acesso sobre o tema matemática, isso faz com que a internet evolua de forma bem rápida e que cada vez mais o tempo seja menor para grandes revoluções atingirem a grande massa.

O papel do arquiteto em projetos de interface em web

O Arquiteto tem papel cada vez mais importante no desenvolvimento de aplicações para web. Com uma visão organizacional nas tomadas de decisões sobre folksonomia, hierarquização de objetos, fontes, cores entre outros o arquiteto constrói o esqueleto da interface.

Muito se fala atualmente sobre arquitetura da informação e o seu papel no cotidiano d a web, com aplicações cada vez mais complexas o arquiteto de informação ganha cada vez mais destaque em projetos de interface/software.

Com o crescente numero de novas tecnologias e informações que pingam na web, é papel do arquiteto decidir como essas tendências podem ser aplicadas no projeto.

Resumindo esta primeira parte, o arquiteto pensa sempre na estratégia dos negócios, conhece profundamente os problemas a serem resolvidos, possui bons conhecimentos técnicos e de gerência de projetos, grande habilidade de comunicação e relacionamento, experiência e liderança.

Simples assim

A simples idéia de que, apesar do complexo e profundo planejamento, não, talvez não devemos criar algo tão complexo  no início e sim começar com algo menor, mais simples, mais fácil.

Pense em projetar interfaces simples mas que adicionam um valor humano, algo que parece importante para quase todos os usuários, mas na verdade não adicionar algo que não existia antes. Começe por aí.

Nossos cérebro pode lidar com a complexidade, mas que anseia pela simplicidade…  A próxima vez que alguém perguntar sobre como projetar o um complexo sistema, pense pelo simples e veja até onde ele vai.

Elementos para se pensar quando tratamos de legibilidade em um site

Bom uso de margens e espaçamento: não fica legal um texto para se ler no monitor diagramado como se fosse um livro. Parágrafos curtos e objetivos ajudam bastante

Uso das fontes: Em um layout com texto corrido, deve se levar em consideração a fonte, opte por fontes comuns como Arial, Helvetica, Verdana….. Nada de fontes “complexas”

“O daltonismo, pode ser apresentado em cerca de 20% dos homens brancos, por exemplo, é um tipo de deficiência de cor que deve ser levado em conta em um layout” (Yasodara Córdova)

Paleta de cores: A fim de facilitar a leitura deve haver o contraste entre plano e fundo. Entretanto deve-se tomar cuidado com contrastes entre verde e vermelho, eles causam certo desconforto nos olhos.

Se levados em conta esses pontos durante o desenvolvimento de um site, você pode ganhar pontos importantes com o seu publico.

Quanto menos tiver melhor ficará sua interface!

É normal em um design para web transformarmos uma interface em complexos painéis de controle. Aí que entra o X da questão, será que realmente seria necessária tanta interação.

Um design bem feito é o que guia o usuário as informações que procura, ou seja, a interface deve agir no inconsciente do internauta. Normalmente nada é mais importante que o conteúdo, lembrando que cada caso é diferente, entretanto, a principio é assim mesmo.

Antes de começar o projeto uma pergunta deve ser respondida, será que o internauta visitará o site atrás de informações ou para apreciar o funcionamento dos objetos!

Então fica a dica:

  1. Dê ênfase ao conteúdo de alta qualidade (sem medo de fazer de maneira marcante)
  2. Trace a navegação de com base no próprio conteúdo do site
  3. Aproveite o vazio do site de modo eficiente, use bloco de informações
  4. O que é desnecessário deve pular fora da inteface

Com alguns cuidados básicos a interface ficará totalmente usual, agradável assim tornando se uma ótima interface.

O UX design pensado em interfaces web

Uma interface bem pensada conta grandes pontos para o sucesso do projeto, por isso, uma reflexão geral sobre: objetivos, metodologia de organização da informação e um bom design torna-se necessário.

A na grande maioria dos projetos em web um dos objetivos é o conteúdo a ser transmitido. Por isso temos que levar em consideração o futuro usuário.

O bom design é aquele que dá suporte para o conteúdo, controle total as ações que podem ser feitas, por exemplo, preenchimento de formulários, como voltar/avançar e estado atual de um processo e etc.

Uma vez que raramente o internauta visita um site simplesmente para saber se ele é bonito! Então, simplicidade é a palavra chave, para que o internauta absorva o máximo do conteúdo oferecido.

De nada adianta uma ótima interface se o conteúdo não está devidamente organizado em categorias coerentes, sem padrão tipográfico e visual, a arquitetura da informação é essencial para uma navegação agradável e bem sucedida. É por meio dela que o design torna o conteúdo acessível.

A harmonia entre o design, organização e conteúdo faz da interface ser mais rica, completa e usável (visualmente falando).

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.